Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

mãedocoraçãosoueu

mãedocoraçãosoueu

UMA HISTÓRIA PRECIOSA

Moyo era um bebê elefante que estava a ponto de morrer, ele estava atravessando um rio junto a sua manada e a correnteza o arrastou, o separando de sua família. Mas quis a sorte que o refúgio chamado “Wild is Life” o resgatasse, e que sua fundadora, Roxy Danckwerts, o acolhesse como sua nova mãe. Agora Moyo a acompanha em todas as tarefas domésticas, ajudando no que pode.

O detalhe lógico deste caso é que o crescimento de Moyo vai complicar um pouco tudo isso. Quando o elefante era um bebê seguia a sua dona por todo o refúgio tendo muitos espaços comuns, mas mais de um ano depois, isso já não é mais tão simples assim. Moyo, bem ou mal-acostumado, ainda quer seguir a sua dona a todas as partes, mas ele cresce muito depressa e isso dificulta as coisas cada vez mais.

A convivência está sendo um caos, muitas coisas quebradas e situações que transbordariam a paciência de qualquer pessoa, mas o amor mútuo do elefante por sua dona, e o dela por ele, estão acima dessas limitações. Recentemente fizeram um vídeo com este caso concreto.

 

Moyo pesava mais de cem quilogramas ao nascer. Já vimos em filmes animais selvagens que se adaptam à vida doméstica. Mas na vida real o normal é que, se esse elefante continuar com seu rápido crescimento, Moyo terá que viver em um espaço mais adequado, conforme o tempo for passando. No momento ambos desfrutam de um amor que vai além da diferença entre as espécies.

Cuidados com um bebê elefante

Os elefantes precisam de atenção adequada dada por pessoas especializadas em questões do dia a dia deles, como alimentação, cuidados com a pele e pontos relativos a enorme necessidade de beber água que os elefantes têm, eles bebem até 200 litros de água por dia e se as temperaturas forem altas eles, eles precisam de uma quantidade extra de líquidos.

Para suportar o calor, os elefantes africanos costumam ser mais resistentes que os asiáticos, entre outras coisas porque o habitat deles os acostumou a aguentar melhor as altas temperaturas.

Quando os elefantes bebem águaeles têm que fazer o de uma forma muito tranquila para evitar qualquer briga ou outras condutas agressivas. Também precisam de água para se limparem. Quanto às características da água potável, ela tem que conter o nível de metais adequado, para não contaminar as trombas. Terá que ser levado em conta a quantidade de água que eles tomam em cada estação do ano e fase da vida.

A pele do elefante deve ser cuidada diariamente, incluindo a região das orelhas, os bolsos das presas, as patas traseiras, o estômago e a pele ao redor dos olhos. A pele morta da parte posterior terá que ser retirada, pois pode demorar muito para que o animal se desprenda dela por si só.

Depois do banho, o ideal é que o animal se seque o quanto antes, sem tomar friagem.

Alimentação durante o crescimento do bebê elefante

Elefante e filhote

Para alimentar um filhote de elefante, o melhor é usar uma garrafa grande que contenha uma mistura de leite desnatado e óleo de coco. Embora a princípio as mamadas devem ser feitas a cada três horas, isso irá se reduzindo até que chegue a três vezes por dia, porém aumenta-se cada vez mais a vegetação como forma de alimento. Também é importante que se leve em conta que o elefante precisa de leite durante três anos e do óleo de coco por até cinco anos.

Os bebês de elefante precisam de muita atenção, contato e carinho, é importante que interajam com eles sempre, dando muita água e desfrutando de brincadeiras físicas, como empurrar, jogos carinhosos de luta, etc.

Durante a noite, é muito importante cobrir o elefante com uma grande manta áspera para imitar a mãe, e inclusive dormir ao lado dele até os dois anos de idade.

Também a socialização é importante, quer dizer, juntá-lo a outros de sua espécie para que ele se comunique. Manadas selvagens costumam aceitar os elefantes órfãos muito bem, os elefantes são animais muito sociáveis entre eles.

Hoje antes da hora de almoço estava a ver este documentário na televisão e fiquei colada ao ecrã, fiquei tão sensibilizada com esta história, não conhecia esta senhora, nunca ouvi falar dela mas revejo-me nesta história, poderão dizer, que estupidez estamos a falar de animais!!!!! NÃO, estamos a falar de animais irracionais segundo os intitulam, mas qual a diferença, eu adoro animais e se pudesse também os adotava para cuidar deles, o pequeno Moyo é uma criança, haje como uma crianca e Roxy trata-o com tal, é uma adoção, apenas com uma nuance, ela adota animais e depois de cuidar deles devidamente, larga-os e deixa-os ir, viver a vida deles, pois tal como os nossos filhos eles são do mundo e têm que singrar nele.

ISTO É AMOR, E O AMOR TAL COMO DIZEM NÃO ESCOLHE CÔR,IDADE E NESTE CASO RAÇAS!!!!!!!!!!!!!!!

OUTRA VEZ O MALDITO RUBIFEN!!!!!!!!!

Ainda estamos no 5º ano, aliás a Diana.

Após mais uma reunião com a Directora de Turma, como já referi, reuniões essas devido ao apoio e ao ensino especial, a Senhora disse-me que após reunir com os professores estes comentaram que a Diana tinha pouco poder de concentração, distraia-se com a mínima coisa, uma mosca, um barulho no exterior, quando davam conta ela já lá não estava, aliás o pensamento dela já lá não estava, andava a vaguear,perante esta informação e como tinhamos consulta de desenvolvimento no final do primeiro periodo,todas as consulta eram agendadas para o final de cada periodo, já com esse propósito, saber a opinião dos professores, eu transmiti esta informação à médica, assim sendo resolveu medicá-la, uma pastilha e meia de Rubifen, devido ao peso e altura dela.

Inicia o 2º periodo, a Diana inicia a medicação, e como ja referi lá vinham os efeitos secundários e eu é que levava com eles, pois no percurso para casa perguntava-lhe:

-Então filha como correram as aulas?

Diana sem medicação

-Correram bem mãe.

Diana com medicação

-Que chata, perguntas a mesma coisa todos os dias, que chatice!

Bom isto para mim era um dejávu, voltamos à fase má, voltamos à fase onde a Diana deixa de ser ela mesma e se transforma em algo que nunca consegui aceitar e que nunca gostei, pois já tinha dito que após o efeito da medicação ela virava bicho,sheat!sheat! não gosto.

Nova reunião com a diretora de turma para me dar um feedback sobre a Diana medicada.

Os professores reuniram mais uma vez e questionaram a diretora se eu, mãe, não estaria a dar medicação a mais à Diana pois ela não era a mesma menina.Sério! Era bom informarem-se que isto é mesmo assim, e no fundo tive sorte com os professores ,porque hoje em dia pode-se fazer queixa de tudo e mais alguma coisa, sendo a Diana adotada podiam ter chamado a Segurança Social e comunicado a opinião deles, hoje em dia infelizmnete vale tudo, e sabe-se lá o que podia acontecer.

Ora vamos lá ver, se tem falta de concentração é porque tem falta de concentração, se parece uma múmia é porque parece uma múmia, então como é que vai ser? Ainda com a agravante de acharem que eu lhe dava medicação a mais.É um bocadinho grave!!!

A minha sorte é que a Diretora já me conhecia minimamente, pois estavamos constantemente em contacto e na reunião ela disse aos professore que não, que me conhecia minimamente e sabia que eu era contra a medicação, só concordei em lha administrar devido às conclusões da última avaliação da miúda, e que assim sendo me iria transmitir a opnião dos colegas, e foi o que aconteceu.

Consulta de desenvolvimento no fim do segundo período, transmiti à médica a opinião dos professores acerca do comportamento da Diana coma medicação, as notas mantinham-se, 2 negativas, foi-lhe retirada a medicação e teve alta, não precisamos mais desta consulta, a Diana voltaria ao seu estado normal, com ou sem concentração, passou para o sexto por mérito próprio, como é óbvio, com testes adaptados, com os apoios e com o ensino especial.

A medicação nem sempre é o tratamento ideal para o deficit de atenção, existem métodos pedagógicos que ajudam os miúdos a concentrarem-se cabe aos professores terem a sensibilidade de se informarem, pois desde o inicio sabiam que iriam ter em uma das suas turmas uma criança do ensino especial, que iria ter apoio dentro da sala de aula, Matemática e Português e fora da sala de aula Ensino Especial, ser professor, alías ser um bom professor, e isto dito pelos meus na faculdade é aprender todos os dias, manter-nos sempre informados e atualizados, isso só benificiariá a nosso favor, e consequentemente a favor das crianças.

A paritir do quinto ano e com 10 anos acabou-se a medicação, já lá vão 5 anos. 

Neste momento estou a olhar para ela esparramada no sofá, com uma manta a cobri-la e a ver um filme, quem diria que aquela menina de 6 anos que cansava qualquer um só de olhar para ela, agora está ali tranquilamente a ver um filme:)

 

A CADERNETA E A PALMADA

Não tenho escrito nada nestes dias, estou a aproveitar ao máximo estar com a pequenita pois assim que iniciarem as aulas só a vou ver de manhã e a correr e ao fim da tarde, as rotinas dela serão, ATL de manhã, almoçar na escola e aulas de tarde, o horário do 8º ano é de tarde, pena pois a manhã não rende nada logo o estudo no ATL vai ser mais apertado, ainda com a desvantagem que não sei se a vou conseguir inscrever na ginástica ritmica visto que as aulas terminam às 18h15 e a ginástica inicia às 18h30. assim que ela chegar com o horário refletimos sobre isso

 Como ela foi agora mesmo ter com umas amigas ver as turmas e os horários, resolvi aproveitar este tempinho.

A CADERNETA E A PALMADA

Continuams no 5º ano, pois! a miúda e eu, estavamos as duas nesta luta.

Como referi lá íamos a caminho de casa, a pé como sempre e a Diana diz:

- Mãe tenho um recado na caderneta

- Bom ou mau filha?

- Mau.

Respira fundo Paula, conta a até dez e acalma-te, mas pela cara dela vi que a coisa não era nada boa, pedi-lhe para pararmos pois queria ler o recado, ela pediu-me por tudo para não o fazer, aguardei até chegar a casa, bem também eram 18.30 e no Inverno aquela hora não iria conseguir ler nas devidas condições.

Em casa pedi-lhe a maldita caderneta, ela entretanto vai para o banho, e eis que vejo o seguinte recado, não o vou escrever tal e qual,embora tenha a cadeneta guardada. Resumindo o recado dizia que a Diana pura e simplesmente tinha arrombado a porta do cacifo de um colega e que eu tinha de pagar o aluquete ao miúdo,  bem passei-me, simplesmente passei-me, não era o valor do aluquete mas a atitude, já fazia filmes na minha cabeça que ela iria der uma rufia, enganam-se e passo a explicar.

Sem delongas, e com o sangue a ferver, entro na casa de banho e está a miúda na banheira toda despida e o que faço, dou-lhe uma palmda no rabo, bem aquilo doeu, se me ficou a doer a mão a ela ficou-lhe a doer o rabo, e disse-lhe:

-Se vais andar com rufias e ser rufia, estás muito enganada!!!

devo dizer que só pequei pois nem ouvi a versão dela, saí da casa de banho ela a chorar desalmadamente e eu também sem ela ver claro.

Quando saiu do banho quis saber toda a história e foi o seguinte: o miúdo para se meter com ela tentou à força abrir-lhe a porta do cacifo, ela disse que lhe iria fazer o mesmo, ele disse que ela não tinha coragem para tal, e não é que ela o fez  só que ao contrário do catraio ela conseguiu, não tem desculpa mesmo assim,pois o que lhe disse foi que eu não andava a pagar aluquetes aos outros e acima de tudo e mais importante é que estragaram algo que nós contribuintes , inclusivé eu andava a pagar com os meus impostos, também me contou que foram chamados para contarem o secedido e o outro miúdo como tinha maior poder de argumentação do que a minha filha defendeu-se.

A palmada já estava dada, não havia nada a fazer, no dia seguinte fui á escola falar com a diretora de turma, após ela me contar o sucedido, versão do catraio, eu apenas disse:

-Professora, o que aconteceu, segundo relato da Diana foi,( e contei-lhe), dei-lhe uma palmada valente naquele rabo quando no fundo ela não foi a única culpada, e quando voltar a acontecer outra coisa do género, eu quero e tenho que estar presente pois como sabe o poder de argumentação da Diana é minimo, e como não se sabe expessar os outros ficam sempre a ganhar, isto não pode voltar a acontecer, e ela levou uma palmada, o que também não voltará a contecer.

A professora deu-me razão a Diana não tinha arcaboiço para se defender, assim sendo qualquer coisa eu seria chamada.

Não foi necessário, não houve mais recados na caderneta para além das convocatórias para reuniões relacionadas com o ensino especial e os apoios, a palmada foi dada e até hoje foi a última, pois desde esse dia não tive mais razões para a aplicar, tive sorte, porque se fosse necessário voltaria  à palmada, mas até à data........é melhor não falar muito:)

Palmada na hora certa?

Cada uma sabe de si e da maneira de educar os seus, alguns ficam chocados e a pensar , que horror. que mãe, não faz mal, pelo menos não tenho uma filha que vai comigo seja onde fôr e faz birras de meia-noite, se atira para o chão,e às qual falta muito pouco para baterem nos pais.

Mas continuo a dizer:

MALDITA CADERNETA, QUE ME FEZ EMAGRECER AÌ UNS 5 KILOS

O sistema nervoso tem destas coisas

 

SÃO IGUAIS COMO SE TIVESSEM SAÍDO DE NÓS!!!!!!!!

Quando adotei a Diana não era minha intenção de todo criá-la à minha imagem e semelhança, mas sim incutir-lhe os valores que pratico, não deve ser essa a intenção de quem adota, mas isto é a minha opinião e vale o que vale.

- Sou teimosa a Diana também.

-Sou resmungona a Diana também,mas ela tem a agravante de  quando resmunga vai para o quarto ainda a debater sobre o assunto, eu não, calo-me na hora.

-Gosta de dormir de meias mesmo com quarenta graus eu também.

-Respeita os professores eu também senão a minha mãe "tratava-me da saúde", um valor que lhe incuti e ela acatou, não lhe adianta queixar-se dos professores pois eu nem lhe dou ouvidos, só se fôr algo grave, o que não tem acontecido até à data

-É educada, eu também dentro dos meus limites de paciência, o limite da Diana é maior, e fica zangada quando me passo, pede para me calar, para falar baixo, eu falo baixo, só que se algo não me agradar, não me calo.

- É discreta, não gosta de dar nas vistas eu também

-É timida, eu não, não sai a mim

- É um bom garfo, eu também

-É solícita, eu também, se alguém precisar de algo, estou logo lá, só se algo muito grave mo impedir

-Gosta de estar em casa eu também, adoro estar no meu lar doce lar

- É vaidosa eu também

- Já sabe vestir-se bem, modéstia à parte eu também

- Não sabe poupar a mesada que lhe dou, não sai a mim, sou muito poupada, ainda estou a trabalhar esta questão

-Não gosta de ler, não sai a mim eu adoro, continuo a debater-me com ela sobre este assunto

A minha mãe costuma dizer que se ela fosse minha filha biológica não era tão parecida comigo.

- Gosta de sair com os amigos , eu também

- Dá-se melhor com os meninos  do que com as meninas, eu também, siz que as meninas são ciumentas, os meninos não é tranquilo.

- É desarrumada, eu não, sou doente com as limpezas, nesta questão sai ao tio.

-Não é rancorosa, eu também não sou, eu sou um bocadinho intolerante, acho que é da idade:)

-É muito ingénua, também já fui, agora não, acho que é da idade:)

-Não liga puto aos facebooks e essas coisas, eu também não, agora tenho que me adaptar e entrar neste mundo.

-Não é queixinhas, eu também não, antes o fosse pois não sofreria de bullyng na escola tanto tempo, se me tivesse feito queixa.

-Adora bébés, eu também, não conheço miúdas da idade dela que gostem tanto e tenham tanta paciência com crianças,aiiás o primo quando chega a casa quem chama?

DIDI, onde está a DIDI?

-É "forte", eu também, se assim não fosse, depois do que passou em pequenina como teria sobrevivido? Tornou-se forte em todos os sentidos, nunca está doente, nunca fui às urgências com ela,encara as adversidades e leva as coisa na boa, se assim não fosse seria difícil ter ultrapassado o bullyng, não foi preciso psicólogos e essas cenas todas, ultrapassou, ora eu também, na 2ª classe levei uma tareia da minha professora que me levou ao hospital e consequentemente ficar uma semana em casa, não foi preciso psicólogos, naquele tempo não havia dinheiro para isso, ultrapassei, nunca fiquei traumatizada, lembro-me apenas desse capítulo da minha vida, foi mais um capítulo entre muitos, faz parte da nossa história, toca a virar a página.

-Não vai tirar um curso superior,eu também não, fiquei pelo bacharelato, não vai, devido ao déficit cognitivo, por esse motivo está no ensino especial

Hoje estou cansada, não me ocorre mais nada, mas quando me lembrar, continuo.

Lembrei-me de mais algumas coisas

- Diana come comida aquecida, eu também, não é esquisita, já disse é um bom garfo, ás vezes ao Domingo fazemos um cozido à Portuguesa, e cá em casa não se faz para 5 pessoas mas sim para 10, logo almoçamos cozido, jantamos cozido e na Segunda comemos massa esparguete com as carnes que sobraram.

-Não é mentirosa eu também não,provavelmente isso não abona a nosso favor pois as pessoas não gostam de ouvir as verdades, um valor que lhe incuti, sempre lhe disse que a mentira merece castigo a verdade não, ora isto é um pau de dois bicos, pois quando ela me ligava e dizia que tinha gasto os dois euros que lhe tinha dado para juntar,em gomas, eu ía toda lançada para o ralhete e ela dizia:

- a verdade não merece castigo, (ora toma lá), não me importo, agrada-me bastante.

- Diana a maior parte das vezes só come produtos de marca branca, pois também são bons e além disso mais baratos, eu também.

-Adora animais eu também, e se não gostasse? Bolas ia ser complicado pois cá em casa sempre tivemos animais

-Partilha eu também, nas festividades sempre que recebia mais uma boneca, um jogo, fosse o que fosse tinha que ir aos brinquedos que já tinha e selecionar alguns para oferecer a outras crianças,isto aqui não é nenhum armazém.Às vezes partilha demais pois na escola emprestava livros e ficava sem eles,à custa disso ainda tive que comprar alguns , mas teve que acabar, eu não tenho um banco nem sou a Madre Teresa de Calcutá, sério? O mesmo acontecia com o material.

-É responsável eu também, desde os sei anos e ainda na primária levava dinheiro para escola para pagar as refeições, passeios e outras coisas e sempre o entregou à professora, nunca falhou, ainda agora é assim , eu se não fosse responsável nunca me atreveria a adotar uma criança, aliás se notassem tal coisa nunca me concediam a adoção.

-Procura as promoções e escolhe o mais barato,eu também.

-É pontual, eu também

-Levanta-se sempre bem-disposta,eu também

- Não gosta de tirar fotos eu também não, a diferença é que a catraia é fotogénica e eu não

Em outra vida esta criança foi minha filha biológica, de certeza, quem me dera acreditar na reencarnação, mas para já foi assim que aconteceu e eu não me importo!!!!!!!!!!!

 

 

 

 

Pág. 3/3

Mais sobre mim

foto do autor

Links

  •  
  • Arquivo

    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2018
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2017
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    Em destaque no SAPO Blogs
    pub