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maedocoracaosoueu

Ter | 07.08.18

CHEGUEI A TEMER O PIOR!!!!!!!!!!!!!!AUTISMO!!!!!!!!!!

 Autismo

Os sintomas do autismo costumam variar de acordo com a gravidade do distúrbio. No entanto, a dificuldade em estabelecer contatos sociais e comportamentos repetitivos são alguns dos sintomas mais comuns em todos os graus da doença.

De modo geral, a pessoa com autismo pode apresentar:

  • Comportamento agressivo;
  • Falta de contato visual com outras pessoas;
  • Irritabilidade;
  • Repetição de palavras (sem que haja um sentido);
  • Imitação involuntária de movimentos;
  • Hiperatividade;
  • Dificuldade de aprendizagem;
  • Dificuldade em lidar com mudança (de planos, de casa, de horários, de escola, e etc);
  • Atraso na capacidade da fala;
  • Manifestação de emoções extremas (em ocasiões onde não deveriam acontecer);
  • Perda da fala;
  • Falta de atenção;
  • Interesse intenso em coisas específicas;
  • Depressão;
  • Falta de empatia;
  • Ansiedade;
  • Andar na ponta dos pés;
  • Tiques e manias nervosas.

Lembrando que os sintomas podem variar de acordo com o nível do autismo, ou seja, não é necessário que a pessoa apresente todos os sintomas acima para ser considerada autista. 

Ainda sobre a lógica da batata lembrei-me desta situação.

Nas várias consultas que tinhamos no hospital, uma dela era a Consulta de Desenvolvmento.

Na primeira consulta a Diana esteve o tempo todo de cabeça baixa e a enrolar um cachecol, sim era Inverno e ela tinha im cachecol, no fim da consulta esta todo enrolado.

A médica perante esta situação e perante o historial da Diana coloca-me a seguinte questão.

-Mãe a Diana por um acaso não será autista? Uma coisa leve.

Caiu-me tudo

Pergunto eu.

-Mas porque diz isso?

Ela responde.

-É normal este comportamento da Diana nas consultas?

-Não.

E de facto não era, até eu achei estranho.

-Provavelmente ela está nervosa pela presença de tantos médicos.

Oh My God!!!!!!!!!!

Além de todos os problemas que tinha pela frente a minha filha era autista!!!!

Respondi.

-Não sei doutora, na segurança Social não me disseram tal coisa.

A médica diz

-Mãe para todos os efeitos vamos fazer uns exames para despiste.

E assim foi.

Contudo fiquei com a pulga atrás da orelha e comecei a lembrar-me.

A Diana não encarava de bom grado alterações na sua rotina.

A Diana sempre que eu mudava qualquer coisa de lugar cá em casa não gostava, fazia-lhe confusão, e se fosse no quarto dela pior.

Quando íamos para a escola de carro e por algum motivo não íamos pelo mesmo trajeto ela dizia.

-Mãe não estamos a ir para a escola, o avô enganou-se no caminho.

Repetia muitas vezes a mesma coisa.

Era hiperativa

Tinha dificuldades na aprendizagem,muitas e graves.

Tinha um atraso muito grande na fala, mas isso devido a todo o seu historial.

Tem dias que me manda sem exagero 50 mensagens seguidas, ainda não respondi à primeira já está a mandar outra, eu detesto mensagens, e sempre a dizer, responde, responde, fico tão irritada que lhe ligo de imediato.

Quanto aos restantes sintomas acima descritos não manifestou mais nenhum.

Os exames foram feitos e revelaram que a Diana não era autista.

Terá a médica dito a verdade?

Ela sabia que não tinha pela frente uma tarefa fácil.

Terá resolvido não me sobrecarregar com mais?

No fundo bem lá no fundo não terá a minha filha um genesinho pequenino de autismo?

Com o crescimento não terá vindo a diminuir?

Isto porquê?

Tudo devido à LÓGICA DA BATATA.

A lógica da batata não estará associada ao autismo? Ou será mesmo porque eu não explico as coisas com a devida clareza?

Bem não sou médica, logo não sei.

Nem me quero preocupar com isso.

A minha filha é espedita, desenrascada.

Na semana passada foi com uma amiga e a mãe para a praia de Leça, a senhora não tem carro, logo ela teve que apanhar a camioneta, eu expliquei e ela apanhou a camioneta certa e saiu à porta de casa.

Não vou dizer que não tivesse ficado preocupada, era a primeira vez.

Mas chegou a casa.

Contudo queria apanhar outra camioneta, pois era a que conhecia devido às actividades do Centro de Estudos em Leça.

Eu expliquei que não era aquela, que a outra a trazia à porta de casa e qual a paragem onde tinha que sair, ela entendeu e assim o fez.

Vá, desta vez saí-me bem

Mas sempre a  ligar-lhe.

Se tem este síndrome então ele adormeceu

Deixá-lo estar, sossegadinho.

Porque esteja ele onde estiver não faz falta nehuma já somos muitos cá em casa

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