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maedocoracaosoueu

Qua | 22.11.17

DEUS ESCREVE CERTO POR LINHAS TORTAS

Paula Rocha
Dizem que deus escreve certo por linha tortas e é bem verdade.Este ano deixei o trabalho e neste momento estou em casa mas ainda não me tinha apercebido porquê, até que após reflectir, reflectir, porque estar em casa além do muito que temos para fazer, também temos tempo para refletir, lá descobri.Estou em casa para assistir de perto à dôr do meu pai.Porquê?Não queroO meu pai sofre, sofre muito.Porquê?Passo a contar, o meu pai trabalhou nos Telefones de Portugal, que depois (...)
Sab | 11.11.17

O DIREITO DE ESCOLHER!!!! A EUTANÁSIA

Paula Rocha
 Porque motivo não temos o direito a decidir como terminar a nossa vida? Porque motivo temos que sofrer e às vezes sofrer de uma maneira indescritivel? Porque motivo não nos deixam pedir para acabar com tamanha dor? Quando falo neste assunto com a minha mãe ela passa-se e diz: -Só Deus é que pode decidir como e quando vamos morrer E eu interiorizo aquelas palavras, que para mim são sábias Mas e se eu pedisse tal coisa, a minha mãe cederia à minha dor e realizaria o meu (...)
Sab | 11.11.17

SOBRE O DESTINO

Paula Rocha
O DESTINO DAS DUAS ESTAVA TRAÇADO ESTAVA  TUDO ALINHAVADO FOI SÓ UMA QUESTÃO DE TEMPO ATÉ OS ASTROS SE TEREM ALINHADO APÓS ISSO UM GRANDE AMOR DEPOIS DE UMA VIDA CARREGADA DE DOR  
Dom | 08.10.17

OBRIGAR A ESCOLA A REPROVAR UMA ALUNA!!!ONDE JÁ SE VIU TAL!!!

Paula Rocha
Esta história do bullying tinha pano para mangas, mas no post anterior não quis entar em detalhes senão tornar-se-ia muito aborrecido, por esse motivo vou continuar a falar desse assunto agora. Depois de todas as reuniões com a G e o pai e a criança afetada, a minha filha, a coisa lá acalmou, e a Diana começou a ter amigas, as outras colegas já podiam andar com ela, não foram precisos psicólogos nem pedopsiquiatras pois a miúda começou a ultrapassar e a esquecer, mas que foi (...)
Sab | 07.10.17

VAMOS FALAR DE UM TEMA QUE AINDA HOJE ME DÁ UM APERTO NO CORAÇÃO,BULLYING

Paula Rocha
Este é um tema que ainda me dá um aperto no coração, doeu tanto, acho que me doeu mais a minha do que à CatraiaEstava a miúda no sétimo ano e pensando eu ,que estava tudo a correr bem, pensava eu, quando de repente a meio do segundo período recebo uma chamada de um telemóvel que não conhecia, mas como já disse atendo todas as chamadas,mesmo não conhecendo o número e ainda bem que o fiz, era a minha filha:-Mãe estás calma?-Sim estou filha porquê?Desata a chorar e diz-me que (...)