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OS SIGNOS CÁ DE CASA - O PAI

Aquarius (January 20 - February 18)

CARACTERÍSTICAS DE AQUÁRIO

 

Pontos Fortes: Progressivo, original, independente, humanitário

Pontos Fracos: Foge da expressão emocional, temperamental, intransigente, distante

Aquário gosta de: Diversão com os amigos, ajudar os outros, lutar por causas, conversa intelectual, um bom ouvinte

Aquário não gosta de: Limitações, promessas quebradas, sentir-se solitário, situações sem graça ou entediantes, pessoas que discordem dele

 

Os aquarianos são tímidos e quietos, mas por outro lado eles podem ser excêntricos e energéticos. No entanto, em ambos os casos, eles são profundos pensadores e pessoas altamente intelectuais que gostam de ajudar os outros. Eles são capazes de enxergar sem preconceitos, em ambos os lados, o que os torna pessoas que facilmente resolvem problemas.

Embora eles possam facilmente adaptar-se à energia que os rodeia, os aquarianos têm uma profunda necessidade de ficar algum tempo sozinho e longe de tudo, a fim de restabelecer a energia. As pessoas nascidas sob o signo de Aquário veem o mundo como um lugar cheio de possibilidades.

Aquário é um signo de ar, e como tal, usa sua mente em todas as oportunidades. Se não houver estímulo mental, eles ficam entediados e sem motivação para alcançar o melhor resultado.

O planeta regente de Aquário – Urano - tem uma natureza tímida, abrupta e às vezes agressiva, mas também dá ao aquariano a qualidade de ser visionário. Eles são capazes de perceber o futuro e sabem exatamente o que eles querem estar fazendo daqui a cinco ou dez anos.

Urano também dá a eles o poder de transformação rápida e fácil, por isso eles são conhecidos como pensadores, progressistas e humanistas. Eles se sentem bem em um grupo ou uma comunidade, então constantemente se esforçam para estarem cercados de outras pessoas.

O maior problema para os nascidos em Aquário é a sensação de que estejam limitados ou restringidos. Por causa do seu desejo de liberdade e igualdade para todos, eles sempre se esforçarão para garantir a liberdade de expressão e movimento. Eles têm a reputação de serem pessoas frias e insensíveis, mas isto é apenas um mecanismo de defesa contra a intimidade prematura. Eles precisam aprender a confiar nos outros e expressar suas emoções de uma forma saudável.

Amizade e Família em Aquário

 

Embora os nascidos em Aquário sejam comunicativos, eles precisam de tempo para se aproximar das pessoas. Considerando que eles são pessoas altamente sensíveis, a proximidade para eles significa vulnerabilidade.

Seu comportamento iminente combinado com suas opiniões fortes faz dele um desafio a se encontrar. Aquário fará qualquer coisa por um ente querido, a ponto de se auto sacrificar, se necessário.

Seus amigos devem possuir essas três qualidades: criatividade, inteligência e integridade. Quando se trata de família, suas expectativas não são nada menores. Embora eles possuam um senso de dever para com os parentes, eles não vão manter laços estreitos se as mesmas expectativas como na amizade não forem cumpridas.

ESTE É O MEU PAI , PESSOA QUE É CAPAZ DE VIR SEM CAMISA PARA CASA SÓ PORQUE ALGUÉM TINHA FRIO

CAPAZ DE PASSAR FOME PORQUE O OUTRO TINHA AINDA MAIS FOME QUE ELE.

NATUREZA ABRUPTA E AGRESSIVA, SIM QUANDO ERAMOS PEQUENOS NUNCA NOS PÔS A MÃO, MAS BASTAVA AQUELE OLHAR, AI AQUELE OLHAR, QUE NÓS NEM SABÍAMOS ONDE NOS METER

NO ENTANTO TEM UM CORAÇÃO DO TAMANHO DO MUNDO

 

 

MÁ MÃE!!!!!!! EU SEI MAS SOU ASSIM!!!!

Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva um pai, eu hei-de dizer-lhes:

- Amei-vos o suficiente para ter insistido para que juntassem o vosso dinheiro e comprassem uma bicicleta, mesmo que eu tivesse possibilidades de a comprar.

- Amei-vos o suficiente para ter ficado em pé junto de vós, duas horas. Enquanto limpavam o vosso quarto… trabalho que eu teria realizado em quinze minutos.

- Amei-vos o suficiente para vos obrigar a pagar a pastilha que “tiraram” da mercearia e dizer ao dono: - Eu roubei isto ontem e hoje queria pagar.

- Amei-vos o suficiente para ter ficado em silêncio. Para vos deixar descobrir que o vosso amigo não era boa companhia.

- Amei-vos o suficiente para vos deixar assumir as responsabilidades das vossas acções, mesmo quando as penalizações eram tão duras que me partiam o coração…

- Amei-vos o suficiente para vos perguntar: - Onde vão, com quem vão e a que horas regressam a casa.

- Amei-vos o suficiente para vos deixar ver fúria, desapontamento e lágrimas nos meus olhos.

- Mas acima de tudo, eu Amei-vos o suficiente para vos dizer NÂO, quando sabia que me iriam odiar por isso.

Hoje estou contente.

Venci, porque no final vocês também venceram. E qualquer dia, quando os vossos filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva os pais, vocês irão dizer-lhes, quando eles vos perguntarem se os vossos pais eram maus, que sim, que éramos os piores pais do Mundo, porque:

- Enquanto os outros miúdos comiam doces ao pequeno-almoço, nós tínhamos de comer cereais, tostas e ovos…

- Os outros miúdos bebiam Pepsis ao almoço e comiam batatas fritas, enquanto que nós tínhamos de comer sopa, segundo prato e fruta. E, não vão acreditar, os nossos pais obrigavam-nos a jantar à mesa, o que era bem diferente de outros pais!!!

- Os nossos pais insistiram em saber onde nós estávamos a todas as horas, era quase uma prisão. Tinham de saber quem eram os nossos amigos e o que fazíamos com eles.

- Insistiam em que lhes contássemos que íamos sair mesmo que demorássemos uma só hora, ou menos…

- Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles violaram uma data de leis de trabalho infantil: - Nós tínhamos que fazer as camas, lavar a loiça, aprender a cozinhar, aspirar o chão, engomar a nossa roupa, ir despejar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis… Eu acho que eles nem dormiam a pensar em mais coisas para nos mandar fazer!

- Eles insistiam connosco para lhes dizer-mos a verdade, apenas toda a verdade, sempre a verdade.

- Na altura da adolescência, eles conseguiam ler os nossos pensamentos, o que tornava a vida mesmo chata.

- Os nossos pais não deixavam os nossos amigos buzinarem para nós descermos. Tinham de subir, bater à porta para eles os conhecerem …

- E quando toda a gente podia sair com doze ou treze anos, nós tivemos que esperar pelos dezasseis.

- Por causa dos nossos pais, nós perdemos experiencias fundamentais da adolescência Nenhum de nós esteve alguma vez envolvido em actos de vandalismo, violações de propriedades, nem foi preso por algum crime…

Foi tudo por causa deles!

Agora já saímos de casa, somos adultos, honestos e educados. Estamos a fazer a nosso melhor para sermos “maus pais”, tal como os nossos pais foram…

Eu acho que este é um dos males do Mundo de hoje: - Já não há suficientes “maus pais”.

Os meus pais foram “maus pais” e hoje dou-lhes graças por isso.

Tenciono ser assim mesmo com os meus pequeninos que um dia hão-de vir.

Precisamos de criar crianças que sejam bons adultos. Para um futuro melhor.

- Um beijo grande

QUANDO ADOTEI AMINHA FILHA PESSOAS AMIGAS PARTILHARAM COMIGO, LIVROS, TEXTOS E SABEDORIA E ESTE FOI MAIS UM DOS TEXTOS QUE ANDA NA MINHA MALA, PARA LER DE VEZ EM QUANDO E NÃO ME DEIXAR ESQUECER QUE SOU MUITA MÁ MÃE.

UM MONSTRO PERTO DE CASA

Estou toda a tremer ao escrever isto!

Fiquei agora mesmo a saber que o homem de Matosinhos que violou a filha de 9 anos é meu vizinho, companheiro de uma ex amiga minha que adotaram duas meninas.

Quando eu soube que essa minha ex amiga tinha adotado, informação dada informalmente pela assistente social, eu só disse:

- Dra só espero que Deus ajude essa crinaça

Eu disse isto pois conhecia bem essa ex amiga, conhecia-a desde infância, mas afinal o que aconteceu foi o contrário, o suposto pai era o Monstro dentro daquela casa,continuo a tremer pois conhecia a  menina, andou com a minha filha no 2º ciclo.

Ainda tremo, não consigo acreditar,pois além de violar a filha mais velha com Sindrome de Down, obrigava a outra a assistir e filmava tudo.

Continuo a dizer QUE DEUS PROTEJA ESTA CRIANÇA.

A minha filha sempre quis ter um pai, e eu sempre lhe disse que um pai não assim tão importante, teria eu razão? È óbvio que as pessoas não sou todas iguais.

Continuo a acreditar que a mãe não sabia, pois não a teria levado ao hospital, podia ter encoberto a situação de outra maneira, tendo a criança uma deficiência,  o que irá acontecer a estas crianças? Irão ficar com a mãe? Vão voltar para a instituição? Qual a melhor solução?

Tem graça, quer dizer não tem graça nenhuma mas passou-me pela cabeça se não teria sido este gajo, mas depois passou-me pois via-os e ele era muito meigo com a meninas.

Tenho as mãos a transpirar, tremo e espero nunca me cruzar com este MONSTRO.

Não culpem a Segurança social, continuo a dizer, se eu que ainda o conhecia minimamente não supunha que tal fosse acontecer, não são as assitentes sociais e as psicólogas que o vão adivinhar, pois este gajo ainda por cima era voluntário na Casa do Caminho.

Os PAIS NÃO SÃO AMIGOS DOS FILHOS

Daniel Sampaio: “Os pais não são amigos dos filhos. São adultos e devem funcionar como tal, traçando limites”

O psiquiatra que trabalha há mais de 30 anos com adolescentes e famílias, alerta: “quando as gerações ficam muito próximas, a autoridade enfraquece”

Na última crónica que escreveu para a revista P2, do jornal Público, em Dezembro último, dizia que os pais estão mais próximos dos filhos como nunca, mas, em muitos casos, há um marcado défice de autoridade”. O que está a falhar?

Na primeira metade do século XX, os pais estavam mais distanciados dos filhos. Existia autoritarismo e, muitas vezes, castigos físicos. A relação entre pais e filhos era de uma certa distância repressiva. A partir da segunda metade do século XX, nos anos 70 e 80, houve uma aproximação das gerações. Os pais, sobretudo, os progenitores masculinos, ficaram próximos das crianças. Do ponto de vista psicológico, isso foi muito benéfico. Mas, quando as gerações ficam muito próximas, a autoridade enfraquece.

Neste momento existem muitos problemas porque os pais têm dificuldade em exercer a autoridade e a função parental. Já não podem voltar aos métodos antigos e, às vezes, são um pouco permissivos ou indulgentes, desculpando muitas coisas. Também porque estão muito centrados no trabalho ou no desemprego. É preciso ganhar novas formas de autoridade.

Como?

Através, por exemplo, de medidas que permitam conciliar melhor a actividade profissional e a vida familiar. A recente petição pública, promovida pela Ordem dos Médicos, para que as mulheres possam ter uma redução de duas horas diárias de trabalho para estarem com os filhos até aos três anos, é um bom exemplo.

O incentivo à natalidade passa por esse tipo de medidas?

Exactamente. Não se pode querer que as pessoas tenham filhos se não tiverem condições para tomarem conta deles. Os pais trabalham todo dia ou vivem ansiosos porque estão desempregados e, quando os filhos voltam da escola, essa ansiedade e as dúvidas parentais tornam-se latentes. Quando chegam à adolescência, alguns desses jovens tornam-se agressivos e os pais perdem o controlo da situação. Para que a autoridade surja de forma natural, é preciso apostar na relação entre pais e filhos nos primeiros anos de vida.

Que adolescentes estamos a criar com défice de autoridade de que fala?

Adolescentes muito omnipotentes e reivindicativos e bastante ciosos dos seus direitos e que, muitas vezes, se tornam agressivos com os pais e professores. Têm uma cultura de direitos, daquilo que lhes é devido, mas falta-lhes a cultura da responsabilidade e do respeito, que se perdeu um pouco. É preciso recuperá-la.

Há pais que se vangloriam de serem os melhores amigos dos filhos.

Esse não é o bom caminho. É preciso recuperar o fosso intergeracional, que se usou muito no século XX. Os pais não são amigos dos filhos. São adultos e devem funcionar como tal, traçando limites. Claro que pode e deve haver momentos de grande proximidade, mas é preciso perceber que um adulto tem de ter mais maturidade e mais contenção emocional e maior capacidade para evitar uma discussão. Vejo alguns pais e professores colocarem-se ao nível dos filhos e dos alunos. Entram numa discussão simétrica, em que um diz uma coisa e outro responde com outra pior. Quando isso se passa na família, a violência acaba por aparecer.

 

Uma vez vi uma reportagem e o debate que se seguiu onde o Dr. Quintino Aires era da mesma opinião, e quem achar o contrário leia este post e:

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