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mãedocoraçãosoueu

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OBRIGAR A ESCOLA A REPROVAR UMA ALUNA!!!ONDE JÁ SE VIU TAL!!!

Esta história do bullying tinha pano para mangas, mas no post anterior não quis entar em detalhes senão tornar-se-ia muito aborrecido, por esse motivo vou continuar a falar desse assunto agora.

Depois de todas as reuniões com a G e o pai e a criança afetada, a minha filha, a coisa lá acalmou, e a Diana começou a ter amigas, as outras colegas já podiam andar com ela, não foram precisos psicólogos nem pedopsiquiatras pois a miúda começou a ultrapassar e a esquecer, mas que foi muito desgastante a nivel emocional,foi, mas temos que entender que o bullying existe mas não vamos a programas de televsão falar sobre isso, e tal como  vi no programa da Julia Pinheiro na SIC , uns pais que foram falar do assunto e um dos aspetos que mencionaram, atenção que falo apenas de um aspeto que ouvi, foi que na escola chamavam "caixa de óculos" ao miúdo, a sério!!! isto é bulying? Não entendi bem, mas se as pessoas querem ir à televisão falar sobre isto, tudo bem, o meu pai quando eu tinha 13 ou 14 anos chamava-me FáFá de Belém pois eu era muito, mas muito magra e tinha muito peito, ora por esse prisma o meu pai exercia bulying sobre a própria filha, ao meu irmão, como ele usava óculos, chamava-lhe " caixa de óculos" então aqui o cenário era o mesmo, a serio!!! As pessoa vão à televisão, expõem os filhos e às vezes não pelas razões mais problemáticas,aliás nem deviam expôr os filhos, isto é uma assunto para resolver em casa.

É duro sim é, doi muito sim doi, nunca mais esquecemos , não nunca mais, mas há que seguir em frente, tal como já tinha falado noutro post, a Diana sofria bullying desde a primária, pelos motivos dos quais já falei , deficit cognitivo associcado a uma imaturidade muito acentuada, motivo pelo qual naõ brincava com crianças da idade dela, só com os da pré.

O que mais me entristece nesta história é que a Daina conheceu a G no 5º ano e a miuda sempre a defendeu, ficando sempre do lado dela, frequentavam a casa uma da outra, eram amigas, era a primeira amiga da minha filha, daí ela a ter escolhido como "alvo", a Diana era dela e só dela, ponto final, triste foi os professores saberem e colaborarem com esta história, pois a G pediu a todo eles para que  a Daina ficasse na carteira dela, pois assim ajudava-a, como é que ela poderia ajudar a Diana, se ela própria precisava de ajuda?

Como é óbvio a minha filha mais apavorada andava, e foi uma das minha imposições, a Diana na sala de aula tinha que ser separada da G.

Chaga o fim do ano letivo, e a Diana vem-me com esta conversa:

-Mãe a professora de ciências diz que o comportamento conta para a nota

-Mãe o professor de geografia diz que o comportamento conta para nota

Bem esta conversa não me estava a agradar,e como tal no penúltio dia de aulas fui à escola falar com o diretor de turma:

-Professor a Diana tem dito umas coisa que não me estão a agradar, de todo.

- Sim Paula já ouvi uns rumores que vai acontecer um milagre.

INCRÉDULA, É A PALAVRA, INCRÉDULA

- Não professor engana-se, os milagres  só em Fátima, e não aqui na escola, eu vou uma semana para fora e quando chegar quero ver na pauta a Diana reprovada, pois se assim não fôr eu na semana seguinte venho cá com a DGEST e a Diana vai prestar provas, e vai ser muito mau, não me faça perder uma semana de férias aqui metida com a miúda.

O homem nem queria acreditar no que lhe dizia:

-Paula, em 20 anos de carreira, a Paula foi a primeira mãe a pedir para reprovar a filha, normalmente é ao contrário

- E professor diga-me acha que ela está preparada para o 8º ano depois de tudo o que aconteceu?

-Não,não está.

-Pronto estamos entendidos.

O que é um facto é que reprovaram a miúda, mas segundo informação a nível particular, foi uma luta, a professora de matemática bateu o pé e não a reprovou, como é possível, a disciplina com as piores notas, mas claro como era uma disciplina com apoio, a Senhora ía ter muito que explicar e não estava para isso, assim sendo, o professor de Fisico Quimica teve que o fazer, quando era uma disciplina na qual ela tirava positiva, foi triste ver a frustação dela por ver que tinha reprovado, e acima de tudo que tinha tirado negatva a Fisico Quinica. mas não sabe o porquê, nem tem que saber, foi o melhor para ela.

Sacrifiquei a minha filha em detrimento da G, pois se ela passasse iriam ficar na mesma turma, mas eu sabia e todos os professores sabiam que ela não estava preparada para o 8º

ASSIM SENDO FIZ O MEU MELHOR SE ESTIVE CERTA OU ERRADA, TEMOS PENA MAS NÃO ME ARREPENDO E EXPLICAREI PORQUÊ DE NÃO ME ARREPENDER

Fiquei como uma pessoa nom grata na escola mas paciência, eu sou mãe eu mando não é a escola que decide o melhor para a minha filha.

UMA HISTÓRIA PRECIOSA

Moyo era um bebê elefante que estava a ponto de morrer, ele estava atravessando um rio junto a sua manada e a correnteza o arrastou, o separando de sua família. Mas quis a sorte que o refúgio chamado “Wild is Life” o resgatasse, e que sua fundadora, Roxy Danckwerts, o acolhesse como sua nova mãe. Agora Moyo a acompanha em todas as tarefas domésticas, ajudando no que pode.

O detalhe lógico deste caso é que o crescimento de Moyo vai complicar um pouco tudo isso. Quando o elefante era um bebê seguia a sua dona por todo o refúgio tendo muitos espaços comuns, mas mais de um ano depois, isso já não é mais tão simples assim. Moyo, bem ou mal-acostumado, ainda quer seguir a sua dona a todas as partes, mas ele cresce muito depressa e isso dificulta as coisas cada vez mais.

A convivência está sendo um caos, muitas coisas quebradas e situações que transbordariam a paciência de qualquer pessoa, mas o amor mútuo do elefante por sua dona, e o dela por ele, estão acima dessas limitações. Recentemente fizeram um vídeo com este caso concreto.

 

Moyo pesava mais de cem quilogramas ao nascer. Já vimos em filmes animais selvagens que se adaptam à vida doméstica. Mas na vida real o normal é que, se esse elefante continuar com seu rápido crescimento, Moyo terá que viver em um espaço mais adequado, conforme o tempo for passando. No momento ambos desfrutam de um amor que vai além da diferença entre as espécies.

Cuidados com um bebê elefante

Os elefantes precisam de atenção adequada dada por pessoas especializadas em questões do dia a dia deles, como alimentação, cuidados com a pele e pontos relativos a enorme necessidade de beber água que os elefantes têm, eles bebem até 200 litros de água por dia e se as temperaturas forem altas eles, eles precisam de uma quantidade extra de líquidos.

Para suportar o calor, os elefantes africanos costumam ser mais resistentes que os asiáticos, entre outras coisas porque o habitat deles os acostumou a aguentar melhor as altas temperaturas.

Quando os elefantes bebem águaeles têm que fazer o de uma forma muito tranquila para evitar qualquer briga ou outras condutas agressivas. Também precisam de água para se limparem. Quanto às características da água potável, ela tem que conter o nível de metais adequado, para não contaminar as trombas. Terá que ser levado em conta a quantidade de água que eles tomam em cada estação do ano e fase da vida.

A pele do elefante deve ser cuidada diariamente, incluindo a região das orelhas, os bolsos das presas, as patas traseiras, o estômago e a pele ao redor dos olhos. A pele morta da parte posterior terá que ser retirada, pois pode demorar muito para que o animal se desprenda dela por si só.

Depois do banho, o ideal é que o animal se seque o quanto antes, sem tomar friagem.

Alimentação durante o crescimento do bebê elefante

Elefante e filhote

Para alimentar um filhote de elefante, o melhor é usar uma garrafa grande que contenha uma mistura de leite desnatado e óleo de coco. Embora a princípio as mamadas devem ser feitas a cada três horas, isso irá se reduzindo até que chegue a três vezes por dia, porém aumenta-se cada vez mais a vegetação como forma de alimento. Também é importante que se leve em conta que o elefante precisa de leite durante três anos e do óleo de coco por até cinco anos.

Os bebês de elefante precisam de muita atenção, contato e carinho, é importante que interajam com eles sempre, dando muita água e desfrutando de brincadeiras físicas, como empurrar, jogos carinhosos de luta, etc.

Durante a noite, é muito importante cobrir o elefante com uma grande manta áspera para imitar a mãe, e inclusive dormir ao lado dele até os dois anos de idade.

Também a socialização é importante, quer dizer, juntá-lo a outros de sua espécie para que ele se comunique. Manadas selvagens costumam aceitar os elefantes órfãos muito bem, os elefantes são animais muito sociáveis entre eles.

Hoje antes da hora de almoço estava a ver este documentário na televisão e fiquei colada ao ecrã, fiquei tão sensibilizada com esta história, não conhecia esta senhora, nunca ouvi falar dela mas revejo-me nesta história, poderão dizer, que estupidez estamos a falar de animais!!!!! NÃO, estamos a falar de animais irracionais segundo os intitulam, mas qual a diferença, eu adoro animais e se pudesse também os adotava para cuidar deles, o pequeno Moyo é uma criança, haje como uma crianca e Roxy trata-o com tal, é uma adoção, apenas com uma nuance, ela adota animais e depois de cuidar deles devidamente, larga-os e deixa-os ir, viver a vida deles, pois tal como os nossos filhos eles são do mundo e têm que singrar nele.

ISTO É AMOR, E O AMOR TAL COMO DIZEM NÃO ESCOLHE CÔR,IDADE E NESTE CASO RAÇAS!!!!!!!!!!!!!!!

UM MONSTRO PERTO DE CASA

Estou toda a tremer ao escrever isto!

Fiquei agora mesmo a saber que o homem de Matosinhos que violou a filha de 9 anos é meu vizinho, companheiro de uma ex amiga minha que adotaram duas meninas.

Quando eu soube que essa minha ex amiga tinha adotado, informação dada informalmente pela assistente social, eu só disse:

- Dra só espero que Deus ajude essa crinaça

Eu disse isto pois conhecia bem essa ex amiga, conhecia-a desde infância, mas afinal o que aconteceu foi o contrário, o suposto pai era o Monstro dentro daquela casa,continuo a tremer pois conhecia a  menina, andou com a minha filha no 2º ciclo.

Ainda tremo, não consigo acreditar,pois além de violar a filha mais velha com Sindrome de Down, obrigava a outra a assistir e filmava tudo.

Continuo a dizer QUE DEUS PROTEJA ESTA CRIANÇA.

A minha filha sempre quis ter um pai, e eu sempre lhe disse que um pai não assim tão importante, teria eu razão? È óbvio que as pessoas não sou todas iguais.

Continuo a acreditar que a mãe não sabia, pois não a teria levado ao hospital, podia ter encoberto a situação de outra maneira, tendo a criança uma deficiência,  o que irá acontecer a estas crianças? Irão ficar com a mãe? Vão voltar para a instituição? Qual a melhor solução?

Tem graça, quer dizer não tem graça nenhuma mas passou-me pela cabeça se não teria sido este gajo, mas depois passou-me pois via-os e ele era muito meigo com a meninas.

Tenho as mãos a transpirar, tremo e espero nunca me cruzar com este MONSTRO.

Não culpem a Segurança social, continuo a dizer, se eu que ainda o conhecia minimamente não supunha que tal fosse acontecer, não são as assitentes sociais e as psicólogas que o vão adivinhar, pois este gajo ainda por cima era voluntário na Casa do Caminho.

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